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Seidl Vidal | |
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XXV.iv - RECURSOS FINANCEIROS![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Revisado
em Agosto de 2006![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() O Gen.Ex. ZENILDO DE LUCENA moldou uma expressão emblemática: "As Forças Armadas devem ajustar-se às possibilidades da nação a que servem." Durante os últimos anos de sua operosa ação como Ministro do Exército (1995/97) cresceram significativamente as participações do Orçamento do Exército em relação ao PIB e ao Orçamento da União. Forçoso é notar o elevado percentual orçamentário para pagamento de pessoal. Apesar disto, nas comparações internacionais, com países selecionados, inclusive os da Sul-América, o Brasil situa-se entre os de menor gasto comparativamente ao PIB, habitantes por militares, km2 por militar, renda per capita, etc. Na verdade, nesse terreno, os militares fazem e vivem de "milagres"... Nessa "queixa" de insuficiência de recursos há que se considerar a manutenção das Forças Armadas com sua estrutura atual, sem pretensões de aumento de efetivos e de Unidades. Entendo que é da competência dos Ministros Militares, brevemente reunidos num só Ministro da Defesa, o pleito justificado de maiores recursos para atender o que politicamente se definiu como encargos intransferíveis das Forças Armadas. Ou seja, seguro se faz antes de um acontecimento de risco que não se deseja correr. Não há meia medida: Ou se o tem ou não o tem... "Mutatis mutandis" é o que ocorre com a carência-crônica de recursos para as Forças Armadas. Mas, é bom que se enfatize, não se pretende alimentar a cupidez de ganhos de complexo industrial-tecnológico bélico dos produtores de armas, ávidos de fomentar uma absurda, quanto indesejável, corrida armamentista na América do Sul. Prova disso foi a Exposição da LATIN AMERICA DEFENTECH, realizada no Rio de Janeiro, de 13 a 16/04/99, com 150 "stands" de armamentistas ou recursos de alta tecnologia bélica. Para quem? Aberto ao público, "o supermercado bélico", obviamente, não se destinava a esses visitantes curiosos, mas conseguiu espaço nobre na mídia, com notícias senão estapafurdias pelo menos demonstrou a finalidade dos expositores. A edição de domingo do JORNAL DO BRASIL, de 18 de abril de 1999, estampa na 1ª página, com destaque RIO ATRAI INDÚSTRIA DE ARMAMENTOS, onde anuncia que mais de 150 empresas vieram oferecer tecnologia a 19 países da América Latina, África, Oriente Médio e Europa. E completa: os destaques são os aviões de combate, as grandes estrelas da guerra pós-moderna, já testados nos ataques ao IRAQUE e a ex-IUGOSLÁVIA. O caça-bombardeiro sueco, "apregoado como a única arma de quarta geração em operação no mundo", custaria "a bagatela" de US$ 30 a 40 milhões e a "FAB estaria inclinada a comprá-lo" (sic). Haverá maior prova do poder de convencimento desses mercadores do terror? Alguns numeros para se analisar: ![]() Comentários: (1) - Valor R$7.444.935.724 (Lei 9.438 de 26/02/1997) correspondendo a US$6,768,123,386 equivalentes ao câmbio de janeiro de 1997 (2) - Valor R$8.331.910.113 correspondendo a US$7,574,463,739 no mesmo câmbio de (1) ![]() Germano Seidl Vidal Escritor e Historiador ========================================================================== Nota importante: Todo o texto deste "site" tem Direitos Reservados © (All Right Reserved), não podendo ser reproduzido total ou parcialmente, sem autorização expressa do autor. As opiniões aqui emitidas são de exclusiva responsabilidade do autor, na sua visão de Historiador e Escritor, não podendo servir de base para eventuais causas de questionamentos, seja de que tipo e objetivo forem. Maiores informações sobre DIREITOS RESERVADOS, visite a página neste "site" - Direitos |